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-COSMÉTICOS INTELIGENTES SUBSTITUEM FUNÇOES DO ORGANISMO



Há 3.500 anos possivelmente o homem já procurava meios de se embelezar. Pelo menos é o que indicam descobertas de arqueólogos em túmulos egípcios, onde foram encontrados sinais de uso de pintura nos olhos e também  aromáticos. Na antiga Grécia foram registradas muitas mortes por envenenamento por conta de substâncias contidas nos produtos de beleza. 
 
Por muito tempo, a cosmetologia se restringiu ao embelezamento. Com o avanço das pesquisas, os produtos cosméticos passaram a fazer um pouco mais do que apenas a função decorativa. Os cremes, géis, loções, sabonetes e emulsões passaram a atuar em clareamento, alívio dos sinais de sensibilidade, limpeza, hidratação etc.  
 
Mais recentemente, a indústria lançou maravilhas que chegam a fazer o preenchimento de rugas ou sinais temporariamente. Os produtos provocam uma reação de leve inchaço na pele, escondendo por algumas horas, os sulcos ou rugas e aliviando sinais.  
 
Mas a cosmetologia não descansou e a indústria nacional tem lançado produtos que disputam a preferência dos clientes ao lado das maiores grifes internacionais. “Com a vantagem de que utilizamos produtos adequados ao tipo de pele do brasileiro, fruto de miscigenação e com características típicas de países tropicais”, explica a farmacêutica Izabella Afonso, farmacêutica da Adcos Cosméticos. 
 
Essa nova geração de produtos tem investido bastante nas substâncias do vinho, do arroz, das algas, das espécies da flora brasileira, dentre outros, para colocar no mercado produtos inteligentes que ao invés de embelezar artificialmente querem, agora, estimular a pele ou o organismo a promover substâncias que corrigem e melhoram a pele.
 
  

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